NR35 - OQUE É SPIQ?

Atualizado: 15 de jun.


SPIQ - Sistema de proteção individual contra quedas: Como a própria nomenclatura já diz, é um sistema de segurança individual. Quando não é possível eliminar o trabalho em altura e/ou implantar um sistema de proteção coletiva o SPIQ entra em cena.

Na NR 35, diz que o sistema de proteção individual contra quedas (SPIQ) pode ser de restrição de movimentação, retenção da queda, de posicionamento no trabalho ou de acesso por cordas, formado por 3 elementos sendo eles:

  • Sistema de ancoragem;

  • Elemento de ligação;

  • Equipamentos de proteção individual



SISTEMAS DE ANCORAGEM

A norma nos diz que o sistema de ancoragem é um conjunto de componentes, integrante de um sistema de proteção individual contra quedas (SPIQ).

O objetivo desses sistemas de ancoragem, segundo o anexo II, são:

  1. Retenção de queda;

  2. Restrição de movimentação;

  3. Posicionamento no trabalho;

  4. Acesso por corda.

Os dispositivos de ancoragem devem atender a requisitos como possuir certificação, ser fabricado em conformidade com as normas técnicas nacionais vigentes ou ser projetado por profissional legalmente habilitado. Além disso, sistemas de ancoragem devem ser instalados por trabalhadores capacitados e ser submetidos à inspeções.


ELEMENTO DE LIGAÇÃO

Elemento com a função de conectar o EPI ao sistema de ancoragem, podendo incorporar um absorvedor de energia. Também chamado de componente de união.


EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

O EPI mencionado no SPIQ e o Cinto de Segurança, um EPI fundamental para garantir a segurança física dos trabalhadores que atuam com Trabalho em Altura. Isso porque ele garante que o colaborador esteja fixo à algum ponto de ancoragem para que desenvolva suas atividades.

Os cintos de segurança para trabalho em altura exercem um papel fundamental para a proteção. Têm como objetivo criar pontos de conexão no corpo do trabalhador e distribuir, nestes pontos, o impacto gerado em uma queda.

Assim sendo, é um item indispensável para assegurar que o trabalhador esteja seguro enquanto realiza suas atividades em altura. No entanto, não existe apenas um Cinto de Segurança e, por isso, é preciso saber identificar o mais adequado.



Adquirir um produto errado resulta em muitos pontos negativos: multas para o empregador; insegurança e exposição ao risco para o trabalhador; recompra de equipamento; gasto desnecessário de dinheiro.

Por isso, não basta apenas fornecer os EPIs, o planejamento e estudo para trabalho em altura deve ser feito previamente verificado a ZLQ (zona livre de queda) e elaborando uma APR, após isto, o EPI adequado para a atividade deve ser escolhido e fornecido para o trabalhador, e treinando-o par a utilização do mesmo.